sexta-feira, maio 29, 2009

Erros, Incoerência e Falta de Coesão - Avisem-me, por favor!

É só ler o título da postagem para saber.

Vídeo Games e RPG

Não quero ser nenhum hipócrita, porém o sou ao revelar-me esse simples fato: Odeio, porém adoro (não amo) jogos de determinada prole.

É rídiculo! Ficar preso numa cadeira, num sofá, atrofiando as nádegas, e dando maior atenção àquilo que a qualquer outra coisa é ridículo! Meu melhor amigo, quando vem me visitar, pede o favor (A representação INVOLUNTÁRIA de nossa nação), descer a mão no mouse de meu PC num ataque de Parkinson para "uppar" sei lá quantos níveis, e sequer um filme comigo assiste (Evocarei esse tópico adiante).

Sei que há a participação do jogador na trama, porém... exclui quem está ao seu lado e quem realmente quer alguma coisa com você, um diálogo, uma lição, uma brincadeira.
Percebo agora um terrível e extintor paradoxo: O homem está vivendo a serviço da mídia, cujo propósito, ao menos o original, é oposto. Meu amigo vive para jogar RPG, não! Não expressei certo. A parte da vida que serviria para dedicar a alguém próximo, eu especificamente, é investida (Duvido!) em jogos que me roubam a atenção que jamais terei em meu próprio lar.

Por outro lado, a ironia (na maioria das vezes). Jogos são objetos de consumo que algumas vezes, não sempre, apontam o dedo na cara do usuário e diz: "Seu consumo é sua ruína!". Como exemplo, Final Fantasy, Kingdom Hearts (não me avalie, a pouco consegui meu 1º video game, um PS2). Se eu abordasse como esses jogos representam, simbolizam isso, eu já estragaria de vez, mais do que o faço agora, com a iniciativa de reflexão deles.
O outro lado da ironia: Ao mesmo tempo que tentam lançar essa reflexão na mente tapada, por assim dizer, os jogos incentivam ao EXTREMO o consumo. Neles, necessita-se constante uso de armas e a posse de mais fortes, acúmulo de capital (Diga-se de passagem que vivemos num mundo completamente socialista e que não há nenhuma mensagem "subliminar" capitalista nisso), a banalização da morte (exceto a sua) por fins egoístas ou de terminar o jogo. Precisa-se citar mais?

Continuarei o assunto em breve...
Já deve ser bem massante ler todas essas linhas contínuas.

Invisível - Escola (Parte 2)

Como eu dizia. Descobri a existência do paradoxo, das falsas aparências, do significado de sincretismo, da contradições dos valores até então ensinados. O significado e a existência dos termos eu entendi nas aulas de literatura, porém somente após grandes reflexões, que duram até hoje, descobri o real sentido.

Todas as pessoas que conheci em meu novo colégio, poucas são as excessões, deixam de me cumprimentar muitas vezes. Pessoas com as quais já conversei, já tive bom entendimento. Isso me frustra, pois joga também no baú todas lições do que se deve ser.

Em geral, são pessoas que argumentam em defesa própria sem procurar afirmar ou confirmar os erros próprios (já me deparei com esse tipo no colégio anterior); procuram erros nas avaliações, ao invés de analisar se ocorreu algum erro de sua parte; e principalmente desvalorizam gestos de cortesia.
Lembre-se dos bolos de aniversário da cidade de São Paulo. Costumam a se enormes, de aparência desejável, ainda que sejam para o povão. Esse último corre sobre o bolo, estoca 70% dele e só saboreia 2,5% do mesmo. No fim, falam que o bolo é ruim e que o cozinheiro devia ter se envenenado com ele.
Bem, é esse o tipo de tratamento que recebo (se mereço, o aproveitador, ou melhor, o usuário tem que me explicar).

Nessa minha escola, o esporte é grátis e opcional. Mentirinha! Inclui-se na mensalidade e é obrigatório se não houver comparecimento a educação física, aos sábados (Quem faz alguma coisa nos sábados, devia ser no domingo também!).
Minhas relações sociais do basquete (esporte que eu preferi) de lá não saem, só os colegas, porque encontrá-los depois é despedício (de muitas coisas, não indague o quê, droga!). Costumam a ter seu próprio círculo lá fora.

Penso agora que as máscaras a mim se mostraram muito mais literalmente do que se esperava. Minha aparência não é de um narciso, contudo não sou reprovável. Meu jeito de falar, mais intelectual, quem nem escrevo agora é motivo de afastamento. Não sou intelectual, mas queria ser para poder me distanciar desse tipo de vida. Conviver com máscaras, aprendê-las e utilizá-las sem ser capaz de amostrar-se.

Invisível - Escola (Parte 1)

Há uns onze anos, meus pais se divorciaram. É certo dizer que isso me afeta até hoje. Mas não sei ao certo dizer o quanto. Adaptei-me a isso, porém não a outras coisas.

No colégio, até a 4ª série, nunca fui incomodado. Naquele ano, descobri o que era um vândalo, um encrenqueiro e um veado, em praticamente todos os caras da sala.
Não pense que isso comum, porque é. Entretanto, é uma coisa você estabelecer sua sexualidade e outra, forçar os outros a conviver com a mesma sem admitir.
Até o 2º ano do ensino médio, me mantive quieto, pacato, quem sabe? A maioria das minhas perguntas a qualquer professor são e sempre foram detestadas pelos meus companheiros de turma. Costumavam a afirmá-las como mongóis, idiotas. Estranho! Não são tantas vezes que os professores falam isso.
No 1º ano (Tenho que quebrar um pouco a cronologia), mudei de escola. Toda a equipe de funcionários e professores que eu conhecia virou pó nos baús da memória. Foi excelente para minha descoberta do mundo exterior. O que eu descobri? Leia a seguir!

Invisível (Parte 1)

Pois bem! Como prometido (Como se alguém, no mínimo, se interessasse por esse blog), irei decorrer quanto a minha pessoa ou pelo menos a categoria. Se for qualquer pessoa que procura adquirir, manter e expor seus preconceitos, então vá ao inferno ver como lá é o inverno.

A princípio, minha origem mirava a comunicação, atingir as grandes massas e refletir os valores que não deveriam ser perdidos. Hoje, percebo que sou um atual ouvinte, cuja palavra se deprecia boa parte do tempo. Sinceramente... eu tento me expressar, mas não sai de mim o que todos gostam de ouvir. Meus assuntos de maior abrangência e preocupação é a crítica.

Sim, é contraditório quanto à minha postagem sobre ateísmo. Porém acredito que tenha eu razão nessa crítica. O que estão tentando nos ensinar? O que devemos aprender? O que estamos aprendendo é certo? Estamos usando mal o que aprendemos ou a lição é que não foi bem escrita?

Às vezes, há tanto a se falar de si próprio que é inevitável uma continuação. Portanto, para não alongar muito a leitura, escreverei o resto em duas ou mais postagens.

quarta-feira, maio 27, 2009

Ateísmo

Destemidos leitores, por se arriscarem nos mais diversos campos da fé, inclua-se a física, a filosofia, pois a leitura a seguir pode lhes ser o mais alto sacrilégio,

Domingo, encontrei um ser pensante ateu. Antes que meus conceitos sejam avaliados, ateu, nessa ocasião, quer dizer descrente.
Domingo, encontrei-o mais um católico fervoroso e dicutimos sobre futebol. Lasque-se a última sentença! Conversamos sobre religião e foi divinamente o princípio somente de um diálogo.

De um lado, esse ateu tentando convencer o católico que... Sei lá, sua falta de argumentos me fez esquecer. O católico já discordava e dizia (Ah, lembrei!) que a bíblia não se contradizia, que ele devia ir a missa e todo o resto, quase uma pregação.
Eu, como sou o "invisível" que descreverei no próximo artigo, não tive muita atenção até esse meu amigo católico desistir e chegar minha vez. Pouco depois do religioso dizer: "Você nem chega a levantar argumentos e já quer dizer que a bíblia é contraditória!"

Comecei perguntando por seus conceitos, Deus, amor e mais algumas coisas (não sou nerd para decorar sequer as fórmulas de física, pegou uma imagem da minha memória). Ele não definiu bosta nenhuma! (Já usei a palavra "porra" demais, né?)
Pior que isso, ele me interrompeu para me afirmar todo sempre: "Você está errado! Isso é contraditório! Não venha com suponhamos!"
Eu perguntei se ele gostava de física. Ele confirmou e eu disse que a física sempre inicia do suponhamos. Ele, o que não era de não se esperar, recusou.
Ainda mais, ele, além de toda vez me interromper, desviava do assunto, o outro colega tinha de acompanhar.
No fim, sequer demos prosseguimento a diálogo algum. Pareceu mais um monólogo em conjunto. Você sabe o que é um monólogo?

Descobri portanto algo mais concreto do que é o caro e insolente ateu: Não um ser humano, talvez um indivíduo, mas certamente uma pessoa destinada a corrigir erros e contradições nos padrões (fé estabelecida, fora a ciência) quanto a Deus sempre julgando que as informações a ele dadas por qualquer outro veículo sejam achismo (Física, por exemplo, que sempre procura suposições para se afirmar) sem procurar estabelecer suas concepções.
Ou seja, é um "do contra" quanto às questões religiosas que as estabelece como dogmas, porém que não cria conceitos, usa das informações opacas correlato ao porquê para combater esses conhecimentos.
Ah, sim: Tendem a se contrapôr às novas opniões e teorias com base na informação, geralmente advinda de mídias de massa, que pode ser desmentida e/ou falsa.

Pessooalização da Escrita

Caros leitores,
Sei que a última postagem mais foi uma redação que uma postagem em si, ou seja, nem mesmo eu leria. Portanto, estou escrevendo de forma mais pessoal, ainda que rebuscado para tentar criar algo semelhante a um diálogo.

P.S.: Estou editando a postagem anterior.

P.S. do P.S.: É de se perguntar por que diabos estou usando P.S., não?

segunda-feira, maio 25, 2009

Consumo Musical

Os fones de ouvido são tratados como um vício, um hábito sem prós e, pior, maléfico à saude humana. Não discordo dessas avaliações atéias (Explicarei mais tarde o porquê desse termo).

Os fones de ouvido ligados, sim, são maléficos à qualquer noção mínimo de saúde, pode ser tratada como poluição auditiva literalmente, mas há de se concordar que frequência com Jornal Macional e MTV (Music Television Vomitation) incluem idem com poluição visual de bônus.

Diria a grande média da humanidade, eu, que a tecnologia MP3 tem como maior utilidade ao usuário a seleção mais fácil do que se quer consumir. Afinal, rádio todo dia só para quem é Maria (vai-com-as-outras).

A grande questão que ninguém, pelo menos, a maioria emagadora, não mira é o porquê do abuso desse aparelhos infernais, dos quais se vive trocando o fone ou procurando como adicionar mídias audiovisuais e atualizar grátis.
A resposta-propaganda: A tecnologia MP3, além de ser compacta quanto aos CDs, discos, fitas e mais um porrilhão de troços "pouco" portáteis, permite que você manipule com mais facilidade o que quer escutar. Seja organizando listas de reprodução ou pondo somente as músicas que você quer ouvir de um album.
Ou seja, você não precisa absorver mais do que quer sobre algum assunto ou qualquer porcaria que queiram que você escute.

A resposta que culpa a sociedade: "Sua desgraça, você prega tantos dogmas como transforma nos mesmos qualquer crítica a eles direcionada. Você só gera leis ou transforma atitudes em lei. Se o código penal já estressa, com isso, você deprime!!!"

O dito anteriormente quer dizer formalmente que a sociedade padroniza tudo e todos, pelo menos até redefinir seus padrões (ciclo durador médio de séculos ou décadas). Uma expressão sequer de descontentamento antes era motivo de empalamento (não queira descobrir o que significa), porém hoje é divulgada mundialmente.
O que torna tão difícil a absorção dessa expressão? Nada! Só o fato dessa expressão ser utilizada somente em alguns casos (em benefício de quem ou que ela critica) e de ser mesclada a um porrilhão de ideias inúteis, surpérfluas, superficiais ou criminais, antissociais (Preciso de mais citações?).

Outra vertente da resposta seria: A depressão. Com tantos padrões, tantas decepções e diversos paradoxos, uma pessoa vê-se obrigada a ser um indivíduo (Ou seja, deixe de ser mulherzinha, seu veado!!). O ordinário vai ter que pensar: "Por que isso? Estou errado? Mas todos que me dizem isso também estão!". E nesse momento, o indivíduo, ordinário começará a refletir.
Toda essa reflexão chega em algum lugar. Porra nenhuma! O ordinário entenderá que errou, mas todos os críticos dela assim também o fizeram; e toda vez que ele criticou, falhou igualmente. Portanto ou calará o bico, ou criticará o próximo como a si mesmo. E verá nas músicas a crítica pessoal e social que lhe faltava.

Irônia é como o que esse "cidadão" criticava, quando dividido, ou seja, se você analisar as músicas da MTV individualmente, uma parte menor, geralmente brasileira e tipicamente das décadas passadas, vai lhe ser impresssionante por refletir toda sua vida pessoal e questões sociais que algum dia lhe englobam, principalmente nos generosos vestibulares.

Abertura

Esse blog, como devo, ou não, ter descrito, é à propósito da expressão subjetiva, não sentimental, sentimentalista talvez, quanto a diversos tópicos (Não me pergunte ainda quais).

É um sonho, por muita sorte, não de consumo, mas de comunicação. Dificilmente, pode o autor, eu, conseguir um público que atenda às suas necessidades (que cale a boca, preste a atênção, não me interrompa com frequência e apresente textos orais úteis quando eu terminar). Isso me transtorna, pois me faz sentir um pobre professor.

Em conclusão, não espero qualquer aprovação senão a minha própria caso a postagem já esteja no blog.

Desejo a todos...
Bem, é difícil pensar no que lhes desejar.
Espero achar a resposta até amanhã.