terça-feira, dezembro 15, 2009

007 - Quantum Of Solace

Se algum dia existiu a decepção,... Não, ela existe e duas de suas formas são Cassino Royale e Quantum Of Solace. O 1º foi imperdoável... O 2º matou a série!
(Vou matar cachorro à grito)

1º - O Ator:
Daniel Craig não tem charme ou senso de humor para o papel... nenhum. A persona saiu mais um Stallone, um assassino frio sem intelecto ou brilhantismos que um distinto cavalheiro inglês. Sei que o estilo é decadente, mas torná-lo mais atual e recuperar um pouco de seu modelo é o que fez vingar até então a série.

2º - O Desenvolvimento da Trama:
O filme só chega a seu foco principal no meio, há enrolação até então e, ao fim, embaralha um monte peças confusas que serão revelados no próximo filme. (Inconcebível! Filmes da série sempre se ateram em atrair o público à sequência com a própria qualidade, não com histórias incompletas)

3º - Fuga da Tradição:
A série é cheia de tradições. Ok, algumas poderiam ser quebradas, viraram clichês irritantes, porém o personagem principal foi descaracterizado, perdeu a pose, virou corpo sem cérebro, virou um psicopata ao invés de um agente. Além disso, os diálogos inteligentes e disputados entre ele e seus adversários foram mortos, também. Sendo um mero filme de ação, sem a aventura ou o plano secreto que se revela aos poucos.

(Se bem que durou dois filmes,... No 1º, não se contou nada. No 2º, contou-se tudo de uma vez)

4º - Bondgirls:
Não passam de meras histórias paralelas, não chegam a se envolver direito com o agente e nem mesmo representam mulheres mais independentes e versáteis como nos filmes de Pierce Brosnan.

5º - Os Vilões:
Mal abordados, falam que estão cheio de comparsas e tudo mais, porém Bond é mais ajudado que eles, tanto que, ao que parece, eles morrem por mão "invisíveis" cheias de óleo, enquanto Bond tem mais contatos que tudo, ou seja, Bond não precisa fazer nada. O vilão paraticamente morre sozinho, porque Bond tem amigos na CIA, no MI-6, em qualquer serviço secreto. (Nos outros filmes, sempre Bond tinha a menor quantidade de contatos e tinha quer correr atrás...)

6º - Os desfechos:
No fim, tudo volta ao zero. Bond está sozinho esperando emprego e não curtindo :} por ter salvo o mundo, o MI-6 não cheira nem fede mais... para eles não importa se o vilão é impedido ou não como nos outros filmes. Ou seja, a persona é destruída assim como sua razão de ser.

Solução: Acabe-se com os filmes de 007 antes que fique pior (não sei como, mas sempre tem como), faça-se um filme mais tradicional e encerra-se a coletânea.

2012

A análise pode parecer vaga e sem caráter, visto que não fiz questão de assistir ao filme, porém uma obra cinematográfica cuja capa é a destruição do Cristo Redentor, sem nenhum ator/atriz brasileito(a) visível no elenco não passa de sensacionalismo.

Mais indignante é o desapego do brasileiro ao nacionalismo, não ufanismo, mas ao respeito ao lugar que o abriga. Aceitar absurdos como esse, pior, pagar para isso. Pensava que nosso povo era despatriado quando vi o sucesso do 4º Indiana Jones (Rio Amazonas terminar nas Cataratas do Iguaçu? E eu pensava que o Rio Tapajós com esse fim no 007 fosse o cúmulo), mas vejo agora que cospe no prato que come.

Não sou anti norte-americanismo ou ufanista, nosso cinema precisa melhorar apesar de jóias como "Cidade de Deus". Nosso orgulho, nossa soberba sem justificativa é sem caráter, porém jogar na cara que é brasileiro e sustentar essa piada estrangeira de nossa terra (Asssistindo a qualquer coisa em função de sua capa) torna-se contradição ainda maior.

Redirecionamento: Cinema

Visto que tenho mais tempo livre agora para expressar-me por esse meio. Decido debater um pouco sobre filmes. (Rebaixo-me sim,... fazer o quê?)

segunda-feira, setembro 14, 2009

Renúncia

Há algum tempo que aqui não posto (Desculpe-me a rebuscagem, excesso de sonetos). Mas ontem foi domingo e missa é um assunto cotidiano. Nela, o padre, "convicto" como sempre, nos pregava sobre a renúncia do homem a si próprio e, a seguir, a conquista de sua cruz e "acompanhamento" de Cristo.
Há um porém! Devemos realmente abandonar nossa essência humana para seguir algo que nem mesmo conhecemos, sem uma base humana?

O que nos torna melhores pode ser tanto a interpretação da bíblia como a aprendizagem dos nossos erros. Sem os últimos, que definem, de fato, nossas ações na Terra, acabamos como seres incompletos e passivos que tendem a depender profundamente do mundo para reagir. Deixamos de ser meros mortais pecadores para sermos meras estátuas em que podem estar grafadas as melhores mensagens, que jamais, porém, conseguem tomar uma atitude própria. Nessas estátuas, um céu sem pecados e erros, desapego ao mundano, a inércia eterna sem ação, só reação, e às vezes.

Em geral, a natureza infantil se dá na passividade e/ou atividade excessivas (no caso, "e" quando bebê e depois criança). A frequência com que são vistas as crianças menos rebeldes, mais obedientes (não pelo respeito, inauguralmente, mas pelo medo que os pais as fazem tomar do mundo, é o controle paterno isso) em famílias cujo futuro "intelectuo" será ouvido já mostra uma elite despretenciosa e egoísta, mais preocupada com seus medos que em compreender o seu redor.
Dessa elite, partem as igrejas, a maioria cristã, que modelam as mentes jovens pelo medo da inaceitação por Deus, logo em seguida, pela sociedade que vê em Deus SOMENTE uma válvula de escape, uma solução. E isso nos tira responsabilidade, queira QUALQUER instituição ou não, com a realidade.

Renunciar a nós mesmos, aos nossos pecados e erros é não só negar a realidade, também aos aprendizados dos erros e à tentativa de prever erros alheios a fim de alertá-lo, o "pecador". Renunciar é desistir! Por isso, não se deve desistir, contudo aprender e ser aberto, assim, às opiniões que nos dão.

domingo, julho 12, 2009

Folclore Brasileiro

Parece-me inadequado, antiprofissional, desrespeitoso e algo repetido, ou seja, mídico tratar do livro "Crítica da Razão Tupiniquim", porém modesta aos anos que se passaram, é hoje obra impreterível para quem queira fácil passar na UnB (quem não é de Brasília pode não se importar, mas se torna engraçada a contradição entre a autodenominação e a intituição).

O livro trata, em boa parte, do "jeitinho" brasileiro de sempre contornar as regras e se dar bem no final. Pois bem! Compare-o ao extenso folclore tido por nós e, sem dúvidas, perceberemos o quanto a porrada que nossa cultura mereceu era necessária.

Em todos os "causos" que li, uma aparição misteriosa pairava sobre uma comunidade, uma instituição (família, igreja, escola, etc), uma pessoa. Uma maldição terrível sempre se concretizava. Corrupção, a solução. Era necessário, sempre fazer algum favor ou dar algo de "valor" ao ente (cachaça, fumo em boa parte das vezes).

Além da inversão de valores, não tentar descobrir um meio honesto de derrotar a "criatura" e apelar para a "venda" de sua alma mais alguma coisa, tais contos demonstram a ignorância que reina sobre o nosso povo. Sem sequer procurar explicação racional aos fenômenos, o indivíduo usa (digo com muita possibilidade) desses "causos" para estabelecer algum medo no companheiro, ou seja, dominar de alguma forma. Isso também quando já é dominado.

Em síntese, nossa cultura é tímida (cobarda), romântica (exagerada), fantástica (ignorante), corrupta (não "há" sinônimo). Tememos sem procurar solução o que desconhecemos, por isso nos deixamos enganar fácil, além de tentar contornar o problema sem resolvê-lo (ou seja, vai acontecer de novo).

Aniversários

Conceito popular é o de que um aniversário signifique... mais um ano passado, não importa se bem ou não. Para os alheios, às vezes, o aniversariante também, é pretexto para uma boquinha "grátis" ou mero investimento (na felicidade, segundo o financiador).
Ampliando essa visão limitada, sem crítica e que mal dá um parágrafo, o aniversário é a ocasião perfeita para o suborno, a corrupção, a troca de favores.

Pense: Pais têm filhos em constante reprovação nos colégios. O que pode se fazer para contornar a questão? Investigar as causas do problema, não, claro que não! Exige muito esforço, muita participação e o(a) moleque(guria) já é moçinho (dos 10 em diante). O melhor a se fazer é dar um estímulo extra: viagem, carro, barbie(caríssima e tradicional), fantasia do homem-aranha (NÃO VOU COMENTAR...
NÃO DEVO...), etc.

Ah, aniversários... festas, prêmios, uma eventual consideração afetiva, porém que limitada. Os pais de hoje são diferentes dos do passado (Que frase podre, hein?)... No passado, presente de aniversário era não levar sova, surra, peia, chibata (tem mais coisa, eu sei...), hoje... Minha imaginação está menos fértil, sabe?

A pessoa, por mais que não mereça, é "sempre" premiada num aniversário.

O suborno é a lava ardente,
que leva meu corpo sem mente,
Corrupto, jamais sê-lo-ei,
apenas um luxo de rei.

Tão belo esse momento,
a dor espreita, mas não chegou,
Mas chega quando me atento
ao troco que o destino me reservou

Tópico meio chato esse... a crítica é vísivel, o problema mais ainda, mas a mente continua a se alienar do assunto. Queremos pensar que é tradição, algo tão inalterável quão inquestionável. Entretanto, deixa os caminhos da tradição e se torna um tabu. Por quê? As pessoas, nós, querem se alienar aos próprios defeitos, podres. Isso, dentre outros, cria um tabu.

E o aniversário é um tabu. Ao invés de uma comemoração modesta, com poucos convidados, para se aproveitar com cada um deles a passagem de mais um ano (de esforço, quem sabe), há apenas mais festas de arromba, algo banal, consumista, porém que não consome a alegria de se relembrar toda vida, quantos sonhos.
As viagens, por vezes, repõem esse significado, quando não se vai só, porém é algo restrito, pois não se pode levar necessariamente as pessoas com quem se conta, das quais se gosta, etc, etc.

Logo, tornou-se algo comercial, puramente. Uma maneira de se elevar status, de abandonar tudo o que se passou até então (o que contradiz um momento que lembre todas as suas experiências).

segunda-feira, junho 29, 2009

A mídia eleva,... a mesma destrói

Mundo contemporâneo, a informação tornou-se principal instrumento, é o marco dessa era, tal quais os gregos marcaram a era clássica, a Igreja Católica o fez com a era medieval, entretanto, num mundo tão conectado, globalizado, ainda não se faz marcante a valorização das virtudes, a carência de contradições e, principalmente, o devido valor ao indivíduo, não só individual, porém social, virtuso, reflexivo e subjetivo.
A informação transformou-se, não, melhor, evoluiu extraordinariamente para uma arma eficaz, um símbolo de poder, domínio, instrumento para atender até aos mais profundo desejos. Passou de meio a usuário... A mídia usa as pessoas como recursos, por seus carismas e "suas" ideologias.

Michael Jackson, por exemplo, (Deus o mantenha longe do veneno GLOBAL) um superastro, não, um talento que despontou numa época racista fundindo o funk (antigo), música de preferência negra, e o rock, preferida por brancos. Segundo sua biografia (Não se tem muitos esconderijos ao Wikipedia), filho entre um monte cujo pai explorou-os financeiramente até o momento culminante, jamais quis ter perdido sua infância.
Isso adido a uma perseguição massiva da mídia permitiu que o cantor se consolasse nos braços de sua admiradora... Nada dura a eternidade! Sua necessidade em recuperar o tempo perdido o fez tentar seguir crianças, acompanhá-las, tê-las como colegas para que se sentisse mais jovem. Quanto às acusações, difícil é provar algo que tão fácil foi de dizer. Mesmo os acusadores se renderam ao verde, portanto quem é mais errado na história: o réu ou os pais, principais cúmplices.
A mídia, sempre amiga, companheira, alertou todo o mundo o que um sujeito perseguido (pelo pai, pela imprensa), traumatizado, saudosista pode fazer sozinho com uma criança inocente... Mas é claro, todas as provas eram concretas, nenhuma acusação foi retirada, nenhum perfil psicológico deixou de ser analisado; os fatos são tão verídicos quão as fotos do monstro do lago Ness, que perto de Jackson chega a ser humano...

Rídiculo, puramente, ausentar toda a culpa da manipuladora mídia a ponto de desumanificar um ser humano por conta de seus traumas e os reflexos dos últimos. A imprensa, principalmente, divulga matérias e enaltece culturas que lhe trarão leitores, ouvintes e telespectadores, porém assim que o estrago já foi feito, a persona, coitada, é descartada e mesmo, como Michael, usada como pretexto de piada e escândalos.

Penso já no principal culpado: A mídia... não VOCÊ! Leitor ingênuo, infantilizado que não busca a infância, porém que jamais amadurece por xingar "ídolos" intimidados pela mídia, sem se imaginar na pele do ser e refletir no abuso que as televisões, os rádios, entre outros, fazem da vida pessoal de quem puxam ao topo!

quarta-feira, junho 24, 2009

Humildade

A humildade pode se afirmar como uma das virtudes menos procuradas ou mesmo valorizadas. Se não me engano é um dos principais valores citados na bíblia, além disso, característico da principal persona no documento. Infelizmente, esse valor é tratado como um sentimento de fracos, derrotados e que não sabem curtir a vitória. Mas é um valor aos "fracos", cite-se os judeus que sempre foram pisoteados em sua história (não se esqueça da 2ª Grande Guerra), mas hoje são os monopolistas do mundo.

A geração jovem dos anos 70 e 80 conheceu esse valor, não podiam ter tudo o que queriam e nem sempre exercitar e condicionar suas habilidades. Isso a tornou mais reflexiva e valorizadora do esforço pessoal. Esse pessoal também teve pais esforçadíssimos (pelo menos, a classe média), que trabalhavam dia e noite e descarregavam, por vezes, as frustrações nos filhos. Logo, esses filhos se tornaram pais que tentariam compreender melhor a cria e compartilhavam ensinamentos que não obtinham paternalmente.
Citou-se a união, a compreensão, o apreço pelo esforço próprio, porém, dentre os valores que reinaram, eis a humildade: Era uma geração que atravessou diversas crises e não pôde ter luxos, em sua maioria, por isso desprezavam a esnobação e procuravam evoluir levando consigo seus colegas, vendo, sem auxílio de educandos senão o mundo, que seria preciso melhorar toda a comunidade para obter adido o êxito pessoal.

A atual geração, muito infelizmente, não absorveu todos esses valores. De fato, tomou como "virtude" a arrogância, o preconceito e o egoísmo. Por quê? (Para quem realmente reflete, essa postagem, senão a maioria é inútil) Vivemos numa época dominada por mídia, onde o resultado da prosperidade torna-se o sendentarismo dos jovens (vídeo games, tv, rádio, computador), não que já houvesse anteriormente, mas sim que é mais, muito mais propagado hoje.
A mídia que, por meio de publicidade, lucra com o sendentarismo estimula o jovem a se manter em casa. Como as empresas precisam gerar necessidades entre a população, o jovem , principalmente, é levado à imoralidade, a busca pelo poder sem preocupar-se com a satisfação da "consciência" para consumir psicólogos, alucinógenos, comida, antidepressivos, entreternimento, a própria social (fatores que geram "ótimas" notícias e reportagens adidos de publicidade).
A humildade, dos valores, é a mais atacada. Por desenhos animados, recordes, sensacionalismo (pré-julgamento de tudo), novelas com amantes que não suportam ser superados, músicas críticas (postas a informação oposta de forma a afirmem).

Exemplos:

O católico diz,
O envagélico também,
o satanista o quis,
o ateu parece ir além,
Lá vai o espírita,
também segue o xiita:
"Sua religião não presta!
Seus conceitos são pegos de maneira imposta!"

O jovem que tira,
o jovem que cola,
o jovem que bagunça,
o jovem que esmurra,
o jovem que picha a escola,
o jovem que diz: "Nunca vencerá mesmo que ele vença",
o jovem que passa reto,
o jovem que porém é indiscreto,
o jovem que enaltece a vaidade,
o jovem que distorce a verdade.
Jovem só o é de idade,
morrerá um velho elitista que sempre foi sem piedade,
ainda que, de cara, seja um pobre,
um pobre de espírito. Sua prole que sobre!

quinta-feira, junho 18, 2009

Pais

Diga-se de passagem: Os pais nunca recebem o valor que merecem. Ou são superestimados, ou detestados. A melhor maneira para definir seu apreço é refletir. Entretanto, somente após os tombos, é aproximadamente determinável quanto seus pais merecem de volta.

O fato de sua mãe carregá-lo no útero pelos SEMPRE memoráveis 9 meses torna-a imbatível contra os mais diversos tipos de argumentos. Logo, o pai reflete a pessoa de mais fácil análise: Ele é bom, se dá a grana, afeto ou presenteia. Ainda assim é o sujeito mais incompreendido: tem de frequentar as reuniões de pais e mestres, dar o sermão, receber menos presentes (inclusive no aniversário e dia dos pais), em geral, sustentar a prole.

Algo que penso poucos terem pensado: Excesso de afeto é pior que nenhum. Pais que são supervalorizados jamais se conformam com a partida do querido, ou não, filho(a) para o mundo cruel. Sim, o mundo é um pedófilo! Abusa dos menores, que precisam nele se envolver ao menos uma vez na vida.
Esses pais não aceitam serem deixados de lado e chegam ao comportamento de namorado(a) ciumento(a) por isso. Logo, aconselho a desviar todo o afeto de seus pais para... si próprio.

Quando se chega à maturidade, percebe-se inevitavelmente que todo o afeto, o carinho, o cuidado, a atenção, tudo isso, para o mundo, foi uma troca equivalente sem contrato formal, ou seja, o abandono é certo. Para os pais, é a primeira parcela para com todos os "cuidados" por eles tidos com você. Em síntese, você é o Brasil e eles, Europa e EUA: Você nunca conseguirá retribuir a não ser que seus pais sejam humildes e se contentem com o que você consegue (às vezes, se pode, mas a carne é fraca) dar.
Cuidar de si próprio é o caminho ao paraíso (terreno, é claro!). Todos ao seu redor não pretendem retribuir o mínimo ao que você faz, isso se tratando de atitudes valorosas. Seus pais são excessão, eles retribuem adiantado e além do necessário para cobrar juros desde que você nasce.

Quanto às mães: Em geral, superprotetoras, porém as que menos lhe entendem por causa dos seus tios recém saídos da anágua de sua mãe. Esse desconhecimento do filho, que os pais costumam a herdar, explodirá na adolescência do indivíduo que revolto por seus pais terem usado de seu afeto como moeda de troca e reduzir as despesas "basicas" para casa.
Por exemplo, um adulto deprimido demora uma hora no banho, por causa da conta, uma criança nesse estado nem quer, mas o adolescente passará horas a fio refletindo e relembrando brincadeiras não brincadas na infância. Um adulto estressado tende a comer, uma criança estressada é fácil de satisfazer, um adolescente estressa quem tiver ao seu redor (característica dos pais que estressados estressam os filhos que estiverem por perto).

Portanto, 9 meses é algum tempo, porém um filho revolto usará da mesma desculpa para importunar os netos. Os avôs tentaram tomar partido da criança. Como, quem muda de partido, só o faz no gogó... Já sabe, vai tomar na testa!

quarta-feira, junho 17, 2009

Morte

Assunto extremamente trágico em circunstâncias "normais", segundo os valores tão precisos e queridos da sociedade, é a morte. Algo superável, tão típico a ponto de ser tratado banalmente por um indivíduo, nesse momento, eu discordo que deva ser isso.

Interessante talvez e o ponto que desejo e preciso levantar nessa postagem é o quanto as pessoas evitam refletir "racionalmente", não com a frieza, a calma, a insensibilidade de um cientista, porém tentando conferir seus erros, suas atitudes e seus conceitos.

Meu professor de artes (não lhe cito, pois não é devido) disse à minha turma que, nessa semana, era o sexto aluno dele que morrera. Ele enalteceu o quanto esse fato pode parecer comum, banal, porém que individualmente não é assim sentido tão facilmente. Expressou não querer sentir de outra forma, porque isso não nos torna humanos.
Pois é! Um professor! É preciso um professor para gerar alguma autoreflexão baseada na morte de quem se gosta.

E isso me dá desgosto! É difícil não expressar diretamente o que sinto, mas todo esse sarcasmo, toda essa indiferença ou mesmo, o uso dessa morte para continuar sem enxergar seus passos, tudo isso me mata lentamente.
Entrei no orkut de meu melhor amigo e postei uma mensagem lembrando o quanto devemos cuidar de quem nos é próximo, levando em conta a morte sempre (excetua-se em casos de Murphy) imprevisível, ao acaso. Ele me respondeu segundos depois que a morte não era um assunto a ser tratado, ou assim deu-se a entender.

Percebo agora o quanto a morte é para os vivos pior tormento. A perda, a saudade, o desgosto, o trauma, tantos aspectos demais numeráveis. Também noto que, meus companheiros, minha geração, prole mais próxima é cobarda, não procura novos desafios, enfrentar questões pertubadoras, se deixa manipular por diversas mídias (Internet, jogos, tv, música, filmes, leitura) a fim de que elas lhe dêem todas as respostas.
Isso denota não só cobardia, também preguiça por parte desses infelizes em procurar uma forma de atenuar a dor trazida pela morte. As pessoas, agora, têm como base que é só uma fase da vida e os próximos precisam superar e seguir em frente.

"Seguir em frente?" E como se fará isso? Não se ouve (pelo menos, EU NÃO OUÇO!!!) como diminuir a perda antes que ela ocorra de novo, sofrer menos. Isso, aqui, explicito!
Como cantava Renato Russo: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque, se você parar pra pensar, a verdade não há!" As pessoas, entes queridos devem ser tratados com mais zelo, cuidado. E a partir do momento em que se deixa alguém, principalmente que lhe ama, de lado (seja por jogo, popularidade, romance), esse ente já está sendo sepultado por você!

Amar, verbo tão maldito,
quando inconjugável o dito
passiva-analíticamente.
Amor, a voz que nunca será grito,
não passará de um suspiro perdido
que domina do coração à mente.

Pena! Ouve-se inclusive sarcasmo, ironias e idiotismos sem finalidade alguma senão o riso. É o zelo não tido com os mortos que se reflete na morte de quem você ama, gosta e na eternidade para com os entes mais odiados e desprezados.
Pergunta: Serão esses idiotistas os mesmos que não zelam pelos amados e queridos? Muito provavelmente.

Conclui-se, de passagem, que ao meu redor, a mídia prega o idiotismo como combate à morte. Mas afirmo: A cova, de quem lhe é querido, de quem lhe quer, você cava com o descuido, a falta de zelo, por fim, o desapontamento.

terça-feira, junho 09, 2009

Diálogo

Segundo o que consigo recordar, diálogo é definido por Platão como a indagação de um certo tópico, que leva a diversas indagações sobre a primeira. No fim, quem fez a afirmação contestada, quer dizer, indagada ganha como prêmio a reflexão antes de falar.

Pois bem! Esse método acho eu ser pouquíssimo concluído no mundo em que vivemos, no mínimo, proporcionalmente.
Uma conversa começa, em grande parte das vezes, com uma afirmação questionável senão contém afirmações questionáveis sobre o tópico.
O melhor é que... Ninguém vai contestar se você for popular! Sua informação é tida como verdadeira, principalmente se possui fontes "confiáveis" como uma certa empresa global que anda pelo Brasil nas últimas cinco décadas.

Aplicação da lei de Murphy:
-E quando há um questionamento? Bem, é porque o falante gosta de se expressar e a mídia o está contradizendo.
-E quando há um questionamento racional? É levado em conta por alunos sedentos de informação(desesperados pela prova de amanhã).
-E quando o assunto é o cotidiano (por exemplo, desenhos de tv) e não cai necessariamente (ou seja, nunca em seus sonhos, mas sim na realidade) em prova, os ouvintes se tornam espontaneamente falantes e mudam a posição de seus corpos, evitando dar atenção ao antigo falante.

Isso demonstra:
-O respeito que se tem pela opinião alheia;
-O quanto professor pode ser subjetivo;
-Que o sistema educacional que se tem desde a Idade Média nunca deixará de ser eficiente;
-Ronaldo!!!
-O quanto um jogador de futebol sofre após ganhar duas copas do mundo;

Enfim, o diálogo seria o discorrimento de um assunto por seu questionamento (E não me obrigue a simplificar, MERDA!!! Acho que essa palavra pode predominar sobre o porra, ou não), façanha de Chuck Norris (Ando lendo demais a desciclopédia!) agora, porque o povo jamais se interessou nisso, só quando a merda aconteceu, e as mídias agora só se dirigem ao público! :)

Afinal, a popularização da política (o povão estar se dando melhor, a elite, como sempre, e a classe média tomando no couro) tem lá tantas vantagens se o povo, por isso, pensar menos do que já pensava!!!!!!!!!!

sexta-feira, maio 29, 2009

Erros, Incoerência e Falta de Coesão - Avisem-me, por favor!

É só ler o título da postagem para saber.

Vídeo Games e RPG

Não quero ser nenhum hipócrita, porém o sou ao revelar-me esse simples fato: Odeio, porém adoro (não amo) jogos de determinada prole.

É rídiculo! Ficar preso numa cadeira, num sofá, atrofiando as nádegas, e dando maior atenção àquilo que a qualquer outra coisa é ridículo! Meu melhor amigo, quando vem me visitar, pede o favor (A representação INVOLUNTÁRIA de nossa nação), descer a mão no mouse de meu PC num ataque de Parkinson para "uppar" sei lá quantos níveis, e sequer um filme comigo assiste (Evocarei esse tópico adiante).

Sei que há a participação do jogador na trama, porém... exclui quem está ao seu lado e quem realmente quer alguma coisa com você, um diálogo, uma lição, uma brincadeira.
Percebo agora um terrível e extintor paradoxo: O homem está vivendo a serviço da mídia, cujo propósito, ao menos o original, é oposto. Meu amigo vive para jogar RPG, não! Não expressei certo. A parte da vida que serviria para dedicar a alguém próximo, eu especificamente, é investida (Duvido!) em jogos que me roubam a atenção que jamais terei em meu próprio lar.

Por outro lado, a ironia (na maioria das vezes). Jogos são objetos de consumo que algumas vezes, não sempre, apontam o dedo na cara do usuário e diz: "Seu consumo é sua ruína!". Como exemplo, Final Fantasy, Kingdom Hearts (não me avalie, a pouco consegui meu 1º video game, um PS2). Se eu abordasse como esses jogos representam, simbolizam isso, eu já estragaria de vez, mais do que o faço agora, com a iniciativa de reflexão deles.
O outro lado da ironia: Ao mesmo tempo que tentam lançar essa reflexão na mente tapada, por assim dizer, os jogos incentivam ao EXTREMO o consumo. Neles, necessita-se constante uso de armas e a posse de mais fortes, acúmulo de capital (Diga-se de passagem que vivemos num mundo completamente socialista e que não há nenhuma mensagem "subliminar" capitalista nisso), a banalização da morte (exceto a sua) por fins egoístas ou de terminar o jogo. Precisa-se citar mais?

Continuarei o assunto em breve...
Já deve ser bem massante ler todas essas linhas contínuas.

Invisível - Escola (Parte 2)

Como eu dizia. Descobri a existência do paradoxo, das falsas aparências, do significado de sincretismo, da contradições dos valores até então ensinados. O significado e a existência dos termos eu entendi nas aulas de literatura, porém somente após grandes reflexões, que duram até hoje, descobri o real sentido.

Todas as pessoas que conheci em meu novo colégio, poucas são as excessões, deixam de me cumprimentar muitas vezes. Pessoas com as quais já conversei, já tive bom entendimento. Isso me frustra, pois joga também no baú todas lições do que se deve ser.

Em geral, são pessoas que argumentam em defesa própria sem procurar afirmar ou confirmar os erros próprios (já me deparei com esse tipo no colégio anterior); procuram erros nas avaliações, ao invés de analisar se ocorreu algum erro de sua parte; e principalmente desvalorizam gestos de cortesia.
Lembre-se dos bolos de aniversário da cidade de São Paulo. Costumam a se enormes, de aparência desejável, ainda que sejam para o povão. Esse último corre sobre o bolo, estoca 70% dele e só saboreia 2,5% do mesmo. No fim, falam que o bolo é ruim e que o cozinheiro devia ter se envenenado com ele.
Bem, é esse o tipo de tratamento que recebo (se mereço, o aproveitador, ou melhor, o usuário tem que me explicar).

Nessa minha escola, o esporte é grátis e opcional. Mentirinha! Inclui-se na mensalidade e é obrigatório se não houver comparecimento a educação física, aos sábados (Quem faz alguma coisa nos sábados, devia ser no domingo também!).
Minhas relações sociais do basquete (esporte que eu preferi) de lá não saem, só os colegas, porque encontrá-los depois é despedício (de muitas coisas, não indague o quê, droga!). Costumam a ter seu próprio círculo lá fora.

Penso agora que as máscaras a mim se mostraram muito mais literalmente do que se esperava. Minha aparência não é de um narciso, contudo não sou reprovável. Meu jeito de falar, mais intelectual, quem nem escrevo agora é motivo de afastamento. Não sou intelectual, mas queria ser para poder me distanciar desse tipo de vida. Conviver com máscaras, aprendê-las e utilizá-las sem ser capaz de amostrar-se.

Invisível - Escola (Parte 1)

Há uns onze anos, meus pais se divorciaram. É certo dizer que isso me afeta até hoje. Mas não sei ao certo dizer o quanto. Adaptei-me a isso, porém não a outras coisas.

No colégio, até a 4ª série, nunca fui incomodado. Naquele ano, descobri o que era um vândalo, um encrenqueiro e um veado, em praticamente todos os caras da sala.
Não pense que isso comum, porque é. Entretanto, é uma coisa você estabelecer sua sexualidade e outra, forçar os outros a conviver com a mesma sem admitir.
Até o 2º ano do ensino médio, me mantive quieto, pacato, quem sabe? A maioria das minhas perguntas a qualquer professor são e sempre foram detestadas pelos meus companheiros de turma. Costumavam a afirmá-las como mongóis, idiotas. Estranho! Não são tantas vezes que os professores falam isso.
No 1º ano (Tenho que quebrar um pouco a cronologia), mudei de escola. Toda a equipe de funcionários e professores que eu conhecia virou pó nos baús da memória. Foi excelente para minha descoberta do mundo exterior. O que eu descobri? Leia a seguir!

Invisível (Parte 1)

Pois bem! Como prometido (Como se alguém, no mínimo, se interessasse por esse blog), irei decorrer quanto a minha pessoa ou pelo menos a categoria. Se for qualquer pessoa que procura adquirir, manter e expor seus preconceitos, então vá ao inferno ver como lá é o inverno.

A princípio, minha origem mirava a comunicação, atingir as grandes massas e refletir os valores que não deveriam ser perdidos. Hoje, percebo que sou um atual ouvinte, cuja palavra se deprecia boa parte do tempo. Sinceramente... eu tento me expressar, mas não sai de mim o que todos gostam de ouvir. Meus assuntos de maior abrangência e preocupação é a crítica.

Sim, é contraditório quanto à minha postagem sobre ateísmo. Porém acredito que tenha eu razão nessa crítica. O que estão tentando nos ensinar? O que devemos aprender? O que estamos aprendendo é certo? Estamos usando mal o que aprendemos ou a lição é que não foi bem escrita?

Às vezes, há tanto a se falar de si próprio que é inevitável uma continuação. Portanto, para não alongar muito a leitura, escreverei o resto em duas ou mais postagens.

quarta-feira, maio 27, 2009

Ateísmo

Destemidos leitores, por se arriscarem nos mais diversos campos da fé, inclua-se a física, a filosofia, pois a leitura a seguir pode lhes ser o mais alto sacrilégio,

Domingo, encontrei um ser pensante ateu. Antes que meus conceitos sejam avaliados, ateu, nessa ocasião, quer dizer descrente.
Domingo, encontrei-o mais um católico fervoroso e dicutimos sobre futebol. Lasque-se a última sentença! Conversamos sobre religião e foi divinamente o princípio somente de um diálogo.

De um lado, esse ateu tentando convencer o católico que... Sei lá, sua falta de argumentos me fez esquecer. O católico já discordava e dizia (Ah, lembrei!) que a bíblia não se contradizia, que ele devia ir a missa e todo o resto, quase uma pregação.
Eu, como sou o "invisível" que descreverei no próximo artigo, não tive muita atenção até esse meu amigo católico desistir e chegar minha vez. Pouco depois do religioso dizer: "Você nem chega a levantar argumentos e já quer dizer que a bíblia é contraditória!"

Comecei perguntando por seus conceitos, Deus, amor e mais algumas coisas (não sou nerd para decorar sequer as fórmulas de física, pegou uma imagem da minha memória). Ele não definiu bosta nenhuma! (Já usei a palavra "porra" demais, né?)
Pior que isso, ele me interrompeu para me afirmar todo sempre: "Você está errado! Isso é contraditório! Não venha com suponhamos!"
Eu perguntei se ele gostava de física. Ele confirmou e eu disse que a física sempre inicia do suponhamos. Ele, o que não era de não se esperar, recusou.
Ainda mais, ele, além de toda vez me interromper, desviava do assunto, o outro colega tinha de acompanhar.
No fim, sequer demos prosseguimento a diálogo algum. Pareceu mais um monólogo em conjunto. Você sabe o que é um monólogo?

Descobri portanto algo mais concreto do que é o caro e insolente ateu: Não um ser humano, talvez um indivíduo, mas certamente uma pessoa destinada a corrigir erros e contradições nos padrões (fé estabelecida, fora a ciência) quanto a Deus sempre julgando que as informações a ele dadas por qualquer outro veículo sejam achismo (Física, por exemplo, que sempre procura suposições para se afirmar) sem procurar estabelecer suas concepções.
Ou seja, é um "do contra" quanto às questões religiosas que as estabelece como dogmas, porém que não cria conceitos, usa das informações opacas correlato ao porquê para combater esses conhecimentos.
Ah, sim: Tendem a se contrapôr às novas opniões e teorias com base na informação, geralmente advinda de mídias de massa, que pode ser desmentida e/ou falsa.

Pessooalização da Escrita

Caros leitores,
Sei que a última postagem mais foi uma redação que uma postagem em si, ou seja, nem mesmo eu leria. Portanto, estou escrevendo de forma mais pessoal, ainda que rebuscado para tentar criar algo semelhante a um diálogo.

P.S.: Estou editando a postagem anterior.

P.S. do P.S.: É de se perguntar por que diabos estou usando P.S., não?

segunda-feira, maio 25, 2009

Consumo Musical

Os fones de ouvido são tratados como um vício, um hábito sem prós e, pior, maléfico à saude humana. Não discordo dessas avaliações atéias (Explicarei mais tarde o porquê desse termo).

Os fones de ouvido ligados, sim, são maléficos à qualquer noção mínimo de saúde, pode ser tratada como poluição auditiva literalmente, mas há de se concordar que frequência com Jornal Macional e MTV (Music Television Vomitation) incluem idem com poluição visual de bônus.

Diria a grande média da humanidade, eu, que a tecnologia MP3 tem como maior utilidade ao usuário a seleção mais fácil do que se quer consumir. Afinal, rádio todo dia só para quem é Maria (vai-com-as-outras).

A grande questão que ninguém, pelo menos, a maioria emagadora, não mira é o porquê do abuso desse aparelhos infernais, dos quais se vive trocando o fone ou procurando como adicionar mídias audiovisuais e atualizar grátis.
A resposta-propaganda: A tecnologia MP3, além de ser compacta quanto aos CDs, discos, fitas e mais um porrilhão de troços "pouco" portáteis, permite que você manipule com mais facilidade o que quer escutar. Seja organizando listas de reprodução ou pondo somente as músicas que você quer ouvir de um album.
Ou seja, você não precisa absorver mais do que quer sobre algum assunto ou qualquer porcaria que queiram que você escute.

A resposta que culpa a sociedade: "Sua desgraça, você prega tantos dogmas como transforma nos mesmos qualquer crítica a eles direcionada. Você só gera leis ou transforma atitudes em lei. Se o código penal já estressa, com isso, você deprime!!!"

O dito anteriormente quer dizer formalmente que a sociedade padroniza tudo e todos, pelo menos até redefinir seus padrões (ciclo durador médio de séculos ou décadas). Uma expressão sequer de descontentamento antes era motivo de empalamento (não queira descobrir o que significa), porém hoje é divulgada mundialmente.
O que torna tão difícil a absorção dessa expressão? Nada! Só o fato dessa expressão ser utilizada somente em alguns casos (em benefício de quem ou que ela critica) e de ser mesclada a um porrilhão de ideias inúteis, surpérfluas, superficiais ou criminais, antissociais (Preciso de mais citações?).

Outra vertente da resposta seria: A depressão. Com tantos padrões, tantas decepções e diversos paradoxos, uma pessoa vê-se obrigada a ser um indivíduo (Ou seja, deixe de ser mulherzinha, seu veado!!). O ordinário vai ter que pensar: "Por que isso? Estou errado? Mas todos que me dizem isso também estão!". E nesse momento, o indivíduo, ordinário começará a refletir.
Toda essa reflexão chega em algum lugar. Porra nenhuma! O ordinário entenderá que errou, mas todos os críticos dela assim também o fizeram; e toda vez que ele criticou, falhou igualmente. Portanto ou calará o bico, ou criticará o próximo como a si mesmo. E verá nas músicas a crítica pessoal e social que lhe faltava.

Irônia é como o que esse "cidadão" criticava, quando dividido, ou seja, se você analisar as músicas da MTV individualmente, uma parte menor, geralmente brasileira e tipicamente das décadas passadas, vai lhe ser impresssionante por refletir toda sua vida pessoal e questões sociais que algum dia lhe englobam, principalmente nos generosos vestibulares.

Abertura

Esse blog, como devo, ou não, ter descrito, é à propósito da expressão subjetiva, não sentimental, sentimentalista talvez, quanto a diversos tópicos (Não me pergunte ainda quais).

É um sonho, por muita sorte, não de consumo, mas de comunicação. Dificilmente, pode o autor, eu, conseguir um público que atenda às suas necessidades (que cale a boca, preste a atênção, não me interrompa com frequência e apresente textos orais úteis quando eu terminar). Isso me transtorna, pois me faz sentir um pobre professor.

Em conclusão, não espero qualquer aprovação senão a minha própria caso a postagem já esteja no blog.

Desejo a todos...
Bem, é difícil pensar no que lhes desejar.
Espero achar a resposta até amanhã.